Concluída a fase diocesana da Causa de Canonização de Madre Bárbara Maix
Crédito da foto - Magnus Regis

O momento foi marcado pela celebração de uma missa, seguida da realização da última sessão do Tribunal Eclesiástico que investigou a ocorrência do suposto milagre atribuído à intercessão da fundadora da Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria.
Na homilia, Dom José Gislon, destacou a força de Bárbara Maix, a jovem que enfrentou dificuldades e nunca desanimou: “Isso não foi suficiente para deixar morrer no seu coração a vontade de viver, o amor pela vida. Esta é uma vida que se alimentava na oração, no silêncio e na escuta de Deus, Pai amoroso e misericordioso, que falava ao seu coração de filha, ajudando-a a tecer um laço de comunhão com o Senhor, marcado por um profundo amor e compromisso com a vida” disse Dom Gislon.
O bispo de Caxias do Sul também associou a Campanha da Fraternidade 2020 com a vida da fundadora do ICM: “Estar a serviço do Evangelho é estar a serviço do Senhor, a serviço da vida, dos irmãos e irmãs. É ser bálsamo de amor, enfaixar e curar as feridas do corpo e da alma do povo de Deus. É ajudar a sociedade a despertar para a caridade, para a fraternidade que olha e cuida da vida, dom de Deus”.
A diretora geral da Congregação, Irmã Marlise Hendges, declarou que esta nova etapa da Causa que pede a canonização da fundadora é um tempo extraordinário para a Congregação: “Bárbara nos dá exemplo daquilo que ela mesmo escreveu nas primeiras constituições: que todas buscassem o caminho da santidade” e acrescentou ainda: “Em vida, Bárbara sempre procurou atender os mais pobres, os mais simples, as meninas órfãos e desvalidas. Agora, junto de Deus, ela continua intercedendo pelas pessoas que pedem curas e ajuda das mais variadas formas. Este é um momento de graça, de muita alegria de louvor a Deus que nos concede viver este tempo extraordinário na Congregação” disse.
ÚLTIMA SESSÃO
Após a missa, foi realizada a última sessão do Tribunal Eclesiástico. Foram apresentados e reconhecidos os três volumes do processo, sendo três cópias: duas que vão para o Vaticano e uma que ficará na Cúria de Caxias do Sul.
A Irmã Gentila Richetti, postuladora da Causa fez o juramento de fidelidade. Com a mão sobre a Bíblia Sagrada, a religiosa comprometeu-se a trabalhar para o bom andamento do processo junto à Santa Sé.
O próximo passo é entregar o processo da canonização na Congregação para a Causa dos Santos, no Vaticano. Irmã Gentila Richetti acompanhará o andamento da Causa em Roma.

 
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