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São Luís Gonzaga

Castiglione delle Stiviere nasceu em 9 de março de 1568, em Roma, Itália. Seu pai era um nobre comandante do exército imperial e queria que o seu filho mais velho seguisse seus passos, tornando-se soldado e comandante no exército imperial. Por outro lado, sua mãe lhe deu uma educação primorosa e sólida formação cristã. Aquele menino, porém, surpreenderia a família Gonzaga de maneira muito diferente. Quando tinha apenas dez anos, ele foi enviado à cidade de Florença para servir como pajem do grão-duque da Toscana. A partir desse momento, decidiu fazer um voto perpétuo de virgindade. Na Espanha estudou Filosofia e nas horas vagas, dedicava-se à oração e às leituras espirituais. Com 14 anos recebeu a primeira comunhão das mãos de um santo: São Carlos Borromeu. Tocado pelas palavras do santo e pela força da Eucaristia, sentiu o grande chamado de sua vida. Neste momento ele decidiu se tornar religioso ingressando na Ordem dos Jesuítas. A surpresa foi geral. 
Seu pai, mesmo de longe, sentiu que todos os planos que tinha para o filho foram por água abaixo. Chamou-o de volta a Roma e tentou aconselhá-lo de todas as maneiras. Vendo que o filho não mudava de ideia, começou a levá-lo em festas e banquetes cheios de ofertas de os tipos de prazeres mundanos. Mas, ao perceber que essas coisas não preenchiam o coração do filho, perguntou a ele se mesmo depois de tudo isso, ainda queria ser padre. Ele respondeu: “É nisso que penso noite e dia.” Então o pai autorizou-o a entrar para a Companhia de Jesus. Neste ato, assumiu o nome de Luís Gonzaga, renunciou ao seu título de nobreza e à herança a que tinha direito. Nesta aventura da humildade, ele sabiamente constatou:
“Também os príncipes são pó como os pobres: talvez, cinzas mais fétidas”. São Luís Gonzaga tinha uma pergunta que norteou totalmente a sua vida e lhe serviu de discernimento nas grandes e pequenas decisões da vida. Sempre, diante de algo a fazer ou decidir, ele se perguntava: “De que serve isto para a Eternidade?” Ou, de forma diferente: “Isso que estou prestes a fazer tem alguma coisa a ver com a eternidade? Vai contribuir para que eu conquiste a vida eterna?” Se compreendia que tal coisa ou atividade não ajudaria a levá-lo para a vida eterna, ele não fazia. Este seu “modelo de discernimento” já ajudou a muita gente ao longo de séculos.
Por essas decisões, perseverança amor e fé, São Luís Gonzaga se tornou modelo para os jovens. Ele encontrou o verdadeiro sentido da vida, que é conhecer, amar e servir a Deus. Quem procura isso, vive uma vida cheia de sentido. Por motivos de estudo, São Luís Gonzaga precisou ir para Roma. Era o ano 1590. Ao chegar lá, deparou-se com as vítimas de uma doença contagiosa chamada tifo. Ao ver o sofrimento do povo, compadeceu-se de tal forma que passou a ajudar os doentes. Depois
de um tempo cuidando dos doentes como podia, ele próprio contraiu a doença e veio a falecer. Era o dia 21 de junho de 1591. São Luís Gonzaga tinha apenas 23 anos e entregou sua vida em favor da caridade e da pureza de coração. Por isso, São Luís Gonzaga é o padroeiro da juventude e dos estudantes. Seus restos mortais foram sepultados na Igreja de Santo Inácio, fundador da ordem Jesuíta, em Roma. 
Fonte: https://cruzterrasanta.com.br/historia-de-sao-luis-gonzaga/268/102/

 
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